How Conceptualizations of Intellectual Disability Drive Assessment Practices, and Vice Versa

  • James R. Thompson

Resumo

O presente trabalho foi realizado com o apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) – Brasil –, Código de Financiamento 001, e é baseado em uma revisão da literatura específica da área. Sendo assim, pretende-se discutir a temática da transição para a vida pós-escola, com ênfase nas atividades laborais, para jovens e adultos com deficiência intelectual, tema ainda pouco explorado nas produções cientificas brasileiras. É preciso, portanto, repensar o percurso formativo do aluno com deficiência intelectual, de forma a contemplar o desenvolvimento de habilidades para uma vida independente, auxiliando no processo de transição da escola para a vida adulta e para o trabalho. Acreditamos que com a elaboração de práticas pedagógicas individualizadas, atreladas e organizadas por documentos como o Plano de Ensino Individualizado (PEI) e Plano Individualizado de Transição (PIT), esse percurso formativo poderá́ ser construído de forma a possibilitar que a transição da escola para a vida independente aconteça de maneira estruturada e eficiente. O Plano Individualizado de Transição se configura como uma estratégia pedagógica para auxiliar na escolarização do aluno com deficiência, dialogando com os conteúdos acadêmicos, seus interesses e desenvolvimento de habilidades laborais. Esse documento é um instrumento norteador do trabalho do professor, que organiza a ação pedagógica e o atendimento educacional especializado, com o objetivo de auxiliar nessa transição. Nessa direção, conclui-se que a individualização do ensino, aliada à acessibilidade pedagógica, uma equipe capacitada e com um trabalho colaborativo, é possível que tais educandos trilhem seus caminhos nos mais diferentes níveis de ensino e vida independente.

Publicado
2020-02-13
Seção
Artigos