OS EFEITOS DO PROTOCOLO PEDIASUIT® EM CRIANÇAS COM PARALISIA CEREBRAL UTILIZANDO O GMFM-66

  • Marina Cantú
  • Thaisa Rino de Freitas Coelho
  • Darcísio Hortelan Antonio
  • Juliana Rodrigues Sigolo
  • Simone Cristina Chiodi Prestes

Resumo

RESUMO

Introdução: a Paralisia Cerebral é um conjunto de desordens no desenvolvimento da postura e do movimento, que causa limitação de atividade e é atribuído a um distúrbio não progressivo que ocorre no cérebro durante o desenvolvimento na fase fetal ou na primeira infância (até os seis anos de vida). Alguns métodos para o tratamento fisioterapêutico de crianças com Paralisia Cerebral têm sido empregados, incluindo o protocolo PediaSuit®, que possui o intuito de reforçar certos padrões de movimento. O fisioterapeuta, por meio de seus diversos domínios, porém em particular à terapia neste estudo referida, tem um papel fundamental na reabilitação e na otimização da neuroplasticidade em crianças com sequelas de paralisia cerebral. Objetivo: o trabalho teve como objetivo a análise dos efeitos quantitativos dessa terapia como intervenção fisioterapêutica na paralisia cerebral, por meio do protocolo de avaliação GMFM-66. Metodologia: foram utilizados os prontuários eletrônicos de sete pacientes submetidos ao programa de reabilitação pelo protocolo PediaSuit®, obtidos em uma clínica de fisioterapia localizada em Bauru/SP; e observados os resultados na pontuação do GMFM-66 nos momentos pré e pós intervenção. Resultado: houve aumento na pontuação do GMFM-66 dos sete pacientes após reabilitação pelo protocolo PediaSuit®. Conclusão: concluiu-se que o aumento na pontuação da GMFM-66 dos sete pacientes gerou benefícios para a função motora grossa de crianças com paralisia cerebral; porém, novas pesquisas são necessárias a fim de demonstrar a eficácia desse programa de intervenção frente às divergências encontradas.

Palavras-chave: Paralisia Cerebral. Fisioterapia. Neuroplasticidade.

Publicado
2020-12-23
Seção
Artigos