Apae Ciência https://apaeciencia.org.br/index.php/revista <p>A Apae Ciência é uma publicação totalmente online, editada pela <a href="http://www.apaebrasil.org.br/" target="_blank" rel="noopener">Federação Nacional das Apaes</a> abrangendo áreas temáticas ligadas à inclusão social da pessoa com deficiência, com foco na deficiência intelectual e múltipla, em áreas como assistência social, educação, saúde e outras.</p> pt-BR <p>A revista se reserva o direito de efetuar, nos originais, alterações de ordem normativa, respeitando, porém, o estilo dos autores. As provas finais não serão enviadas aos autores.</p> <p>Os trabalhos publicados passam a ser propriedade da revista <em>Apae Ciência</em>.</p> <p>As opiniões emitidas pelos autores dos artigos são de sua exclusiva responsabilidade.</p><p> </p><p> </p><p> </p> institucional@apaebrasil.org.br (Erivaldo Fernandes Neto) pesquisa@apaebrasil.org.br (Laura Valle Gontijo) Wed, 04 Jan 2023 10:37:35 -0800 OJS 3.3.0.8 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 EDITORIAL https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/365 Dr. Jorge Amaro de Souza Borges, Dra. Erenice Natalia Soares de Carvalho Copyright (c) 2022 Dr. Jorge Amaro de Souza Borges, Dra. Erenice Natalia Soares de Carvalho https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/365 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 PREFÁCIO https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/367 <p>A pessoa com deficiência intelectual e múltipla tem ganhado visibilidade na nossa sociedade, devido a vários esforços que trazem à tona a importância da inclusão social. Nesse sentido, a Revista APAE Ciência tem se mostrado fundamental na luta pela garantia dos direitos desse segmento populacional.</p> Denise Gisele Silva Costa Copyright (c) 2022 Denise Gisele Silva Costa https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/367 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 INTERVENÇÕES NEUROPSICOLÓGICAS BREVES EM CASOS DE LESÃO ENCEFÁLICA ADQUIRIDA (LEA) https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/368 <p>Este trabalho consiste em uma revisão narrativa de bibliografia na área da neuropsicologia, com enfoque na intervenção breve em casos de LEA e um levantamento bibliográfico dos artigos publicados nos últimos 20 anos, no período de 2000 a 2020, na plataforma Scielo. Foi enfatizado o treino cognitivo como proposta de intervenção. Identificou-se dois artigos referentes à lesão encefálica, entretanto, apenas um deles tratava-se de um processo de avaliação e reabilitação neuropsicológica decorrente de uma LEA. Diante da análise dos artigos elencados no Scielo, foi possível verificar o alinhamento de propostas com os demais achados bibliográficos, havendo um montante diversificado e extenso de bibliografia referente à avaliação neuropsicológica e LEAs. Entretanto, referente ao processo de intervenção e reabilitação neuropsicológica, as publicações expõem uma síntese geral e poucas diretrizes de atuação para a intervenção, bem como há um déficit de produções cientificas publicadas no período citado na plataforma Scielo, que contemplem a reabilitação neuropsicológica</p> Aline Carolina Bassoli Barbosa, Ivanda de Souza Silva Tudesco, Vera Lúcia Messias Fialho Capellini Copyright (c) 2022 Aline Carolina Bassoli Barbosa, Ivanda de Souza Silva Tudesco, Vera Lúcia Messias Fialho Capellini https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/368 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 REFLEXÕES ACERCA DO ACESSO À INCLUSÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, MÚLTIPLA E AUTISMO NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA, SOB A ÓTICA DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/369 <p>Muito se discute, na atualidade, sobre os desafios da inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. Recentemente, podemos dotar de políticas públicas, leis e normas estatutárias que abarcam as pessoas com deficiência, no sentido de inseri-las em contextos que até então eram distantes das suas realidades, em razão do preconceito estrutural existente desde os tempos antigos. No entanto, cabe refletir que tão importante quanto a criação de leis e/ou políticas, é fazer com que essas sejam executadas. Por isso, destaca-se a relevância do ingresso das pessoas com deficiência ao sistema de inclusão, especialmente por parte da assistência social, inserida como um meio propulsor de garantia de direitos, possibilitando que as pessoas com deficiência desfrutem de vida social, política e governamental como cidadãos. Isso posto, o presente artigo cumpre circunscrever reflexões sobre o acesso à inclusão da pessoa com deficiência intelectual, múltipla e autismo na sociedade contemporânea,sob a ótica da política de assistência social. Assim, trataremos do tema em tela supracitado, a partir do método materialista histórico dialético de Karl Marx e Friedrich Engels, subsidiado por uma pesquisa qualitativa pelo aparato bibliográfico das legislações vigentes, que cerceiam os direitos das pessoas com deficiência no Brasil</p> Marcela de Fátima Naves dos Reis Copyright (c) 2022 Marcela de Fátima Naves dos Reis https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/369 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 SEXUALIDADE E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/370 <p>A sexualidade é um atributo humano inerente a qualquer pessoa, a despeito de limitações de cunho biológico, psicológico ou social. Nesse sentido, a sexualidade da pessoa com Deficiência Intelectual (D.I) é inegável, ainda que o grau de comprometimento intelectual possa influenciar na capacidade de manifestar e vivenciar os vínculos afetivo-sexuais. No entanto, há o estigma, o qual é uma marca física, mental ou social, que pode ser inata, adquirida ou atribuída, o que coloca a pessoa dela portadora em descrédito social. O estigma é atribuído desde o momento em que se percebe algo de diferente em uma pessoa e a sociedade relaciona essa diferença a uma marca negativa. Imbuídos dessa compreensão, o presente estudo teve como objetivo realizar uma discussão sobre os estigmas e preconceitos que permeiam a sexualidade da pessoa com deficiência intelectual, compreendendo-a como um atributo importante para a inclusão social. A metodologia utilizada foi a revisão de literatura e de documentos sobre essa temática, a partir da releitura, análise e sistematização, de modo a produzir outras possíveis contribuições com o debate acerca do tema. Os resultados apontaram que: a) ainda é comum a crença de que as pessoas com D.I são assexuadas, quando não são vistas de forma infantilizadas e b) os comportamentos sexuais da pessoa com D.I são considerados inadequados e/ou problemáticos. Pode-se concluir que o reforço do preconceito sobre a sexualidade de pessoas com deficiência, na sua maioria, está diretamente relacionado à maneira pela qual a sociedade entende e reconhece as diferenças e aos padrões que definem e instituem a normalidad</p> Luiz Fernando Zuin, Andreza Marques de Castro Leão, Fátima Elisabeth Denari Copyright (c) 2022 Luiz Fernando Zuin, Andreza Marques de Castro Leão, Fátima Elisabeth Denari https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/370 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 PESSOA COM DEFICIÊNCIA E OS DESAFIOS PARA A INCLUSÃO NO MUNDO DO TRABALHO https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/371 <p>O presente artigo busca discutir, dentro do cenário brasileiro, os aspectos relacionados à inclusão da pessoa com deficiência no mundo do trabalho. Partimos do pressuposto que há muitos desafios para que a inclusão da pessoa com deficiência no âmbito laboral aconteça de fato e que há a necessidade de articulação das políticas de educação, saúde, trabalho e assistência social. Este estudo é de abordagem qualitativa, realizado por uma pesquisa bibliográfica e documental.</p> Ligia de Oliveira Soares da Silva, Lucas Elias Ignez, Viviane Cristina Silva Vaz, Vanessa Aparecida Barbosa Tristão Copyright (c) 2022 Ligia de Oliveira Soares da Silva, Lucas Elias Ignez, Viviane Cristina Silva Vaz, Vanessa Aparecida Barbosa Tristão https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/371 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 A FUNDAMENTALIDADE DO DIREITO À EDUCAÇÃO SOB A PERSPECTIVA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/372 <p>O marco constitucional de 1988 garantiu a educação como um direito de todos no seu artigo 205, guiado pelo princípio da igualdade. Do paradoxo entre a garantia de direitos e a sua concretização, emerge a problemática em torno da materialização do direito das pessoas com deficiência. Nesse contexto, o presente artigo, por uma pesquisa bibliográfica e documental, faz uma breve retrospectiva histórica do ensino voltado para este público-alvo, discutindo o amparo legal e as políticas públicas vigentes para a promoção de uma educação inclusiva e equitativa. Finaliza-se fazendo uma reflexão das lacunas ainda existentes nessa seara da educação, que apesar de contar com amparo legal, carece de um olhar mais sensibilizado que saia da formalidade e assuma a materialidade na sua execução.</p> Leonardo Roza Tonetto, Luiza Gava Andrêza, Maria Deuceny da Silva Lopes Bravo Pinheiro, Lorena Borsoi Agrizzi Copyright (c) 2022 Leonardo Roza Tonetto, Luiza Gava Andrêza, Maria Deuceny da Silva Lopes Bravo Pinheiro, Lorena Borsoi Agrizzi https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/372 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 O CURRÍCULO PAULISTA E O CURRÍCULO FUNCIONAL https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/373 <p>A finalidade do presente trabalho foi buscar, na bibliografia existente, o alicerce teórico para nortear às adaptações do Currículo Funcional ao Currículo Paulista e atender as necessidades do PAEE (público-alvo da educação especial) no estado de São Paulo. Utilizou-se como metodologia a pesquisa bibliográfica, sob uma abordagem qualitativa. O Currículo Paulista foi homologado em 2019, passando a ser obrigatória a sua implementação em todas as instituições escolares vinculadas ao Sistema de Ensino do estado de São Paulo. As escolas especiais mantidas pelas APAEs utilizam o Currículo Funcional, construído a partir da necessidade do aluno, considerando as suas potencialidades, cultura familiar, objetivos de vida e desejos. Como resultado, percebemos que não há bibliografia específica para um suporte teórico. O caminho para a concretização do fato é o estudo do novo documento e a realização das adaptações para a aplicação pelo Currículo Funcional, coordenado pelas equipes gestoras das escolas da rede APAE, que compartilham saberes e constrói conhecimentos, no sentido de incorporar o Currículo Paulista, sem perder as características do Currículo Funcional, instrumento imprescindível para a efetivação das adaptações essenciais, previstas em lei.</p> Flavia Catanante Copyright (c) 2022 Flavia Catanante https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/373 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 EFETIVAÇÃO DO DIREITO DE HABILITAÇÃO E REABILITAÇÃO DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL PELO SUS https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/374 <p>O objetivo deste estudo é discutir sobre a habilitação e a reabilitação para Pessoa com Deficiência (PCD), especificamente da pessoa com deficiência intelectual, pois contribui para mais meios de informações aos usuários que necessitam deste tratamento e acompanhamento, visto que quanto maiores forem as fontes de informação, mais pessoas terão acesso aos tratamentos, o que fará a diferença nas suas vidas. A efetivação do direito à habilitação e reabilitação da pessoa com deficiência intelectual visa o conhecimento sobre a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), visando o trabalho do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo esse importante para a PCD no seu processo de habilitação e reabilitação. Garantir um tratamento digno na saúde é trazer a PCD a um convívio melhor na sociedade civil. Objetivando a qualidade de vida e garantia de direitos, a saúde pública é direcionada à Pessoa com Deficiência, sendo composta por uma rede ampla de cuidados. Especificamente neste trabalho, a abordagem principal é referente à deficiência intelectual (DI), sempre com o objetivo de constatar e de intensificar as suas potencialidades. As intervenções são realizadas por uma equipe técnica multiprofissional, que trabalhará com a Pessoa com Deficiência intelectual de forma individualizada, buscando êxito dentro do contexto apresentado a cada um. Os mecanismos para a efetivação dessa política pública devem estar aliados à família e à sociedade civil e a articulação em rede é essencial. Assim, o trabalho apresenta um breve contexto sobre o funcionamento do sistema único de saúde no Brasil, que abrange a Pessoa com Deficiência.</p> Claudia Aguiar dos Santos Copyright (c) 2022 Claudia Aguiar dos Santos https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/374 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 PELA REVOLUÇÃO DOS PARADIGMAS JURÍDICO-SOCIAIS DE PROTEÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/375 <p>As pessoas com deficiência foram, historicamente, afastadas da possibilidade de acessar e exercer seus direitos humanos, com base em um princípio de isonomia com pessoas sem deficiência. A mudança de cenário apenas se fez possível graças à construção de paradigmas jurídico sociais, responsáveis não apenas por definir quem poderia ser considerada como pessoa com deficiência, mas, principalmente, por servir de elemento orientador de políticas legislativas e sociais para a proteção desse grupo. Mesmo com avanços sociais, diferentes críticas sobre a sua insuficiência têm fornecido base para a consolidação de novos modelos de deficiência, ganhando força com a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. A partir desse panorama, este artigo tem como objetivo apresentar e discutir as insuficiências do paradigma social e introduzir a ideia do modelo de direitos humanos como mecanismo que garante maior lastro protetivo às pessoas com deficiência. Em termos metodológicos, este estudo se fundamenta na pesquisa descritiva documental, em que o desenvolvimento é realizado de acordo com a literatura sobre os paradigmas de conceituação da deficiência. Apesar do paradigma social se configurar como instrumento contemporâneo para a consolidação dos direitos das pessoas com deficiência, a sua dificuldade em responder satisfatoriamente às demandas por inclusão social resgatou a emergência de um novo paradigma, cuja base está na compreensão de que a retirada desses sujeitos da esfera das cidadanias civil, política e socioeconômica são violações de direitos humano</p> André Luiz Pereira Spinieli, Letícia de Paula Souza Copyright (c) 2022 André Luiz Pereira Spinieli, Letícia de Paula Souza https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/375 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 PROJETO DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/376 <p>Com a necessidade de garantir direitos e oportunidades para a pessoa com necessidade complexa de comunicação, a APAE Barueri - SP, em 2021, ampliou a sua grade de atividades, com a implementação do Projeto de Comunicação Alternativa, voltado para pessoas com deficiência intelectual, na faixa etária de 03 a 17 anos e 11 meses, que frequentam a Organização. No presente estudo, descreve-se o processo de escolha de protocolos de avaliação e aplicação, realizados com: equipe interdisciplinar de referência do usuário na organização; familiares e/ou responsáveis legais e o próprio atendido. Os descritores que nortearam a busca foram: comunicação alternativa, protocolos e avaliação. Com a falta de materiais de pesquisa, como artigos, livros, protocolos e avaliações, justifica-se a importância de materiais e bases de dados para identificar as habilidades comunicativas da pessoa com necessidade complexa de comunicação, para elaborar, assim, um plano de atendimento e dar início ao processo de intervenção e o uso efetivo da Comunicação Alternativa. O estudo se inicia apresentando o conceito de deficiência e da pessoa com necessidade complexa de comunicação e, na sequência, evidencia os protocolos e materiais destinados ao processo de avaliação para ratificar a elegibilidade do usuário para o Projeto de Comunicação Alternativa. São realizadas ponderações sobre as facilidades e dificuldades de cada protocolo, bem como as considerações sobre a importância da utilização de recursos de Comunicação Alternativa, que favoreçam a comunicação e as interações da pessoa com necessidade complexa de comunicação em todos os espaços que está inserida.</p> Cristiane Furlan, Vanessa Mayumi Sarmento Copyright (c) 2022 Cristiane Furlan, Vanessa Mayumi Sarmento https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/376 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800 A INFLUÊNCIA DA INTERVENÇÃO PRECOCE NO PROCESSO DE INCLUSÃO SOCIAL https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/377 <p>O presente estudo teve como objetivo avaliar como a Intervenção Precoce auxilia a criança com Deficiência Intelectual, Múltipla e Autismo na inclusão social. A metodologia utilizada para a realização deste estudo foi a aplicação de um questionário via aplicativo de mensagens na plataforma Google Forms, enviado a 80 famílias de crianças com idades de 0 a 6 anos, assistidas na APAE - Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais, de São José dos Campos - SP, no Programa de Intervenção Precoce. Cada família e/ou cuidador deveria responder a 10 perguntas acerca de diagnóstico, atendimentos, acesso a esportes, cultura e lazer, uso de dispositivos auxiliares e evolução da criança. Os resultados obtidos neste estudo evidenciaram que a Intervenção Precoce colabora para a inclusão social de crianças com Deficiência Intelectual, Múltipla e Transtorno do Espectro Autista. Concluiu-se que os atendimentos especializados realizados de forma precoce favorecem a inserção da criança na sociedade, uma vez que contribuem para a autonomia, independência, comunicação, interação e desenvolvimento motor.</p> Raquel Inocêncio de Andrade Bitencourt, Maristela Pilon Reducino Leme, Rosângela Aparecida Neves Copyright (c) 2022 Raquel Inocêncio de Andrade Bitencourt, Maristela Pilon Reducino Leme, Rosângela Aparecida Neves https://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0 https://apaeciencia.org.br/index.php/revista/article/view/377 Wed, 14 Dec 2022 00:00:00 -0800